Frankenstein








             Frankenstein ou o Prometeu Moderno (Frankenstein: or the Modern Prometheus, no original em inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein, é um romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. É considerada a primeira obra de ficção científica da história. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. Mary Shelley escreveu a história quando tinha apenas 19 anos, entre 1816 e 1817, e a obra foi primeiramente publicada em 1818, sem crédito para a autora na primeira edição. 


Abordando o tema da (re)criação do (super)homem, Mary Shelley cria um plano dramático de condenação para Frankenstein por pretender romper a barreira entre a vida e a morte.

A visão da natureza como exemplo perfeito de força vital pressupõe a existência do ciclo entre a vida e a morte, pois a vida brota da decomposição da matéria morta. Nesse sentido, tal ciclo não pode ser rompido e caso seja, estaríamos diante de um novo paradigma, algo estranho a tudo existente em matéria de saber, normas, valores e convenções. Tal é a condição existencial de um monstro. O monstro é o sinal de que algo dentro de uma sociedade vai mal. No entanto, longe de contemplarem a si mesma na imagem do monstro, a sociedade tende geralmente a criar fronteiras (reais ou simbólicas) para projetar nele os seus males.

Para enfrentar problemas relacionados à fome, doenças infecto-contagiosas, à pauperização do espaço urbano e à formação de um número crescente de pessoas inclassificáveis (nesse sentido, “massa”), as elites governantes européias do século XIX criaram as suas próprias versões prometéicas de reforma e aperfeiçoamento dos espaços rurais e urbanos. Nessa trajetória, o novidade do século XIX foi firmar cada vez mais o discurso médico-científico como voz de autoridade na forma de se conceber “remédios” e “profilaxias” para a questão social. Assim, a questão social – muitas vezes tratada como uma “questão sanitária” – recebeu um tratamento elitista insensível a um justo equilíbrio entre meios e fins. Ora, pretender criar uma nova espécie de homem – nascida de um plano cientificamente traçado por um especialista – que fosse resistente à morte por doenças e privações materiais poderia até romper a barreira entre a vida e a morte, como pretendera Frankenstein, mas manteria sem abalos as fronteiras sociais. Entretanto, tal como as massas pauperizadas da modernidade, o monstro tem consciência, sensibilidade e migra para o “mal e a vingança” quando é privado de afeto por ter uma aparência pouco atrativa.
 
              No primeiro terço do século XIX, a sensibilidade romântica não tolera um mundo que se torna monocromático e afetado por regras que impedem o livre desenvolvimento do conhecimento e da sensibilidade. Nesse sentido, ela se inscreve em larga medida na superação do ideal clássico como paradigma, buscando mais diversidade de cores e objetos, pois possibilitam ao homem aprender novas coisas e aperfeiçoar as antigas. Os escritos orientalistas deram aos românticos um repertório de imagens-conceito para onde projetar seus sonhos de reforma da civilização européia. No desenvolvimento da história de Mary Shelley, Clerval aparece como aquele que ajuda seu combalido amigo Frankenstein a recuperar o seu “verdadeiro eu”, perdido depois de uma longa e voluntária privação de luz, cores e sensibilidade em meio às trevas de dois anos de seu projeto prometéico.
 
 
Personagens 
 
Victor Frankenstein

Victor nasceu em Genebra, era o filho mais velho de uma ilustre família. Como ele mesmo diz no romance, teve uma infância agradável graças a seus pais e Elizabeth.Mesmo sendo criança tinha um gênio forte, fortes paixões e uma sede de conhecimento. O seu primeiro interesse foi a poesia, depois teve alguma atenção nas ciências. Esse interesse rapidamente virou uma obsessão: ele dedicou-se completamente a aprender "os segredos do céu e da terra". Essa obsessão foi marcada pela mudança radical da sua personalidade e saúde. Só depois da criação do monstro que Victor começou a pensar sobre as conseqüências das suas ações.
 
A obsessão tinha cegado-o pelo o que tinha feito antes. Ele não tinha responsabilidade para o que estava acontecendo. Atualmente parecia querer esquecer tudo, mas é claro que o monstro não deixava.
 
Depois de o monstro contar toda sua estória, Victor sentiu sua dor. Ele sentiu-se responsável pela sua criação. O sentimento de pena pelo monstro desapareceu quando Elizabeth foi morta. A única coisa que Victor podia sentir era ódio.
 
Acostumado a criar vida a partir de matéria sem vida, agora se tornou culpado pela morte da sua família e amigos, e pela sua recém criação de vida: o monstro.
Rumo ao fim da vida, o ódio desapareceu. Contando a história de sua vida, ele assegurou-se que essa história era algo do passado e que serviria como um aviso para as gerações futuras. Disso deve ser concluído que o que ele fez foi errado eque finalmente ele se responsabilizou pelos seus atos.


Elizabeth Lavenza Frankenstein

Órfã ainda muito nova, Elizabeth morou com uma família camponesa Milane se antes de ser adotado pelo pai de Victor. Ela foi levada para Genebra onde foi criada como se fosse filha legítima. No momento que entrou na casa, Elizabeth quis tornar-se esposa de Victor. Victor sempre pensava em Elizabeth como "nenhuma palavra,nenhuma expressão pode descrever o tipo de relação que ela mantinha comigo -mais do que minha irmã, até a morte ela será só minha", portanto o casamento deles seria algo inevitável.
 
Uma limpa descrição da aparência de Elizabeth é dada quando os pais adotivos falam "essa criança era muito bonita, seus cabelos brilhavam como ouro, e apesar da pobreza de suas roupas, parecia que colocaram uma coroa em sua cabeça. Sua sobrancelha era limpa e larga, seus olhos azuis pareciam nuvens, e seus lábios e sua face moldada era expressão de sensibilidade e doçura que ninguém poderia imaginar sem ter olhado para ela; um ser divino, e carregando uma marca celestial em todas as suas qualidades." Todas as palavras para descrevê-la pode parecer um símbolo de bondade angelical.
 
Em outro ponto do romance encontramos outra descrição de Elizabeth: Era uma perfeita jovem de classe média, calma e concentrada, não prejudica ninguém, ama a poesia e é sempre leal com seus amigos e sua família.


Alphonse Frankenstein

Alphonse era o pai de Victor, um homem nobre, respeitado pela comunidade. Ele era muito protetor e leal com a sua família e amigos. Por exemplo, ele sempre esteve ao lado do filho quando foi acusado de assassinato, nunca questionou sua inocência. Ele adorava sua esposa Caroline. Alphonse era educado, extremamente bom e tinha um ótimo autocontrole.

Caroline Frankenstein

Caroline era uma pessoa extremamente carinhosa, que cuidava da doença do pai por vários meses. Seu trabalho era muito pesado, e várias vezes recebia muito pouco por ele. Depois de se casar com Alphonse, ela tornou-se a guardiã angelical da pequena fortuna. Ela era sensível e perdoava muito fácil as crianças, era uma perfeita mãe. A descrição de Caroline pode ser comparada com a de Elizabeth,ambas parecem ser imagens definidas da feminilidade em meados do século dezoito.


Henry Clerval

Henry era o único amigo de Victor. É difícil determinar exatamente porque eles eram bons amigos, pois era uma relação unilateral.



O Monstro

A terrível aparência do monstro, que não tinha nome, é descrita pelo seu criador: Ele é feito de várias partes de corpos diferentes, tinha pele amarela, "quase coberto de músculo e artérias", cabelo preto, dentes brancos e era muito feio, ele tinha os"lábios enrugados, pretos e largos". Tinha características suficientes para ser considerado um monstro. Sua aparência foi a causa de todos os problemas. As pessoas sentiam medo ao vê-lo. A incapacidade de contato pessoal e o resultado do isolamento foi que dirigiam o monstro aos seus crimes. Ele tinha tentado comunicar-se com as pessoas em várias ocasiões, mas sempre foi rejeitado.
 
Como já tinha perdido as esperanças, refugiou-se numa pequena casa perto da floresta, de propriedade de um homem chamado De Lacey. Ele (o monstro)observou os moradores da casa por alguns meses, aprendendo suas linguagens e seus hábitos, no entanto, continuava se isolando devido à sua aparência física: "Eu era sozinho por não ter ninguém como eu." Ele desejava carinho, proteção e companhia. Quando se convenceu de que De Lacey era bondoso, decidiu tentar fazer contato com ele. A conversa com o velho foi positiva, porque De Lacey era cego, e a aparência do monstro não podia influenciar a conversa.
 
Porém, outro membro da família retorna de surpresa, e ao ver o monstro, o expulsa da casa. Ainda assim, ele se recusa a pensar mal da família e culpa a si mesmo.
 
 

Um pouco mais sobre a obra e a autora

 

A presença da autora no livro

 

O nome do livro, Frankenstein, originou-se de uma importante família da Silésia (a Silésia é uma região histórica dividida entre a Polônia, República Checa e a Alemanha).  Durante uma de suas viagens com o marido, Mary conheceu a família com este sobrenome e utilizou-o. A tal família é comparada por muitos como a família a qual Frankenstein se apega no livro.
 
Ocorre uma crítica feminista em Frankenstein, que não abrange somente a existência de uma natureza feminina submissa por uma ciência masculina, mas também pode ser detectada nos papéis desempenhados pelas mulheres no romance. São mulheres secundárias, com características semelhantes, todas respeitavam a hierarquia patriarcal. Todas encarnam, assim, uma idéia de mulher totalmente abnegada e auto-sacrificada.
 
            O cenário do livro sofreu grandes influências das viagens que Mary e seu marido pela Europa, sendo que a obra foi escrita em uma casa de férias em Genebra, por este fato o cenário do Lago Léman e das montanhas são bem detalhados. 
 
          Um de seus filhos Willian inspirou o nome para um dos irmãos de Victor Frankenstein. Dos 4 filhos que teve, 3 morreram.
 
Pode se perceber na obra algumas críticas ao iluminismo, esse pensamento pode se considerado uma afronta direta ao caráter romântico individualista de seu marido e as teorias políticas iluministas articuladas por seu pai.
 
 

A obra na época 

 

Atualmente a obra de Mary Shelley não causa tanto impacto como o causado quando foi lançado, para nós hoje, o livro é  um romance fictício voltado para o terror. Mas é preciso pensar no impacto causado na época de seu lançamento, pleno século XIX.
 
Em 1831, quando foi lançada terceira e mais famosa edição de Frankenstein, a Europa estava em plena revolução de 30. E o pensamento machista e autoritário dominava ainda a mente da população; teoricamente era uma péssima época para uma mulher ousada lançar um livro de romance.
 
Mary Shelley, quebrou barreiras e seu livro fez sucesso. Servindo de inspiração para outras mulheres iniciarem suas publicações, como por exemplo, George Eliot, George Sand, e as irmãs Bronté. 
 
Frankenstein também deu inicio a era gótica da literatura, se contrapondo a literatura racionalista e humanista da época. Pois ele mistura o romântico com o gótico, abordando temas sérios de uma maneira filosófica, fugindo muitas vezes do racional.
 
Muitos críticos dizem que a tensão entre o gótico e o romântico, entre o real e surreal foi espelhado na relação de Mary com seu marido, o poeta Percy Bysshe Shelley. A obra também é utilizada por muitos filósofos ao debaterem sobre até que ponto a perfeição humana pode chegar.
 
A obra passou por três edições, a primeira edição, publicada em 1818, por uma pequena editora londrina e não continha o nome da autora; foi publicado somente 500 copias e três volumes e sua repercussão foi baixa. Já em 1823 foi publicada a segunda edição que já continha um credito para a autora. Mas foi somente em 1831, pela editora Henry Colburn & Richard Bentley, que foi publicada a terceira e mais repercutida edição popular, que foi revisada pela autora e contendo um longo prefacio escrito por ela, relatando toda a gênese da historia. Essa edição é a mais usada para traduções no mundo.

Fonte da pesquisa, clique aqui.

  

 

 Atualmente, a editora Darkside lançou o livro Frankenstein pela coleção "Medo clássico". Essa edição está belíssima e com um texto magnífico. Se quiser mais informações sobre a obra, clique aqui.







@Gustavo Barberá - 24/11/2018.


Menu

37 comentários:

  1. Uau! Super post! riquíssimo em detalhes de uma história clássica, que sabemos que jamais cairá no desuso! Parabéns pela completa abordagem! A propósito, que capa é essa da Darkside, hein?! Apaixonada daqui!;)

    ResponderExcluir
  2. Olá, como vai?!
    Me lembro muito bem quando criança e assisti o filme em preto e branco pela primeira vez e foi terrível para mim (risos) por que foi como se fosse um grande filme de terror... acho que na época (não tenho certeza) soou sim como se fosse de terror... Hoje me recordando de algumas cenas do filme, ele aborda com suas imagens especulando que foi o homem que criou o homem e não foi Deus que criou o homem... Mas no livro gostei muito da forma que fala que ele teve um romance... fiquei super curiosa e não conhecia o livro

    Um abraço: 🌻 keilycesporkeilaluciablog 🌻

    ResponderExcluir
  3. Olá! Confesso que adoro um clássico e ele sendo um romance gótico, me atrai bastante. Achei a diagramação do livro linda e, com certeza, compraria ele só pela capa. De todos os personagens o que eu mais gostei foi a Elizabeth, ela tem características interessantes. Adorei conhecer a obra, pois ela era desconhecida por me.

    Oxente, leitora!

    ResponderExcluir
  4. Olá, tudo bem?

    Parabéns pela publicação, ficou bem esmiuçada e completinha, várias informações sobre a trama, personagens e edições. Gostei mesmo!
    Abraço!

    ResponderExcluir
  5. Olá,

    Ainda não tive o prazer de ler este clássico, mas pretendo fazer isso em breve, inclusive nessa edição da Darkside que você mostrou. Com certeza é uma obra que faz você pensar sobre várias coisas e nos desperta muitos sentimentos. Gostei desse post mais detalhado da obra, com tantos detalhes a cerca dos personagens e do próprio monstro. Muito bom, me deixou com mais vontade de ler!

    Beijos!

    ResponderExcluir
  6. Olá!

    Já ouvi falar desse livro, mas confesso que nunca tive vontade de ler, portando passo a dica para quem gosta. Parabéns pela resenha, mesmo a história não sendo minha praia, gostei muito como você a detalhou.

    Grande beijo,
    Letícia Franca | Além de 50 Tons
    https://almde50tons.wordpress.com/

    ResponderExcluir
  7. Eu adoro essa história, nunca tiver oportunidade de ler os livros mas já vi todos os filmes antigos sobre. Que edição linda, queria mas infelizmente essa editora não envia para portugal o que é uma pena.


    http://luartico.com

    ResponderExcluir
  8. olá!
    Gosto muito das curiosidades que você traz no blog, nunca li o livro, mas assisti o último filme que fizeram sobre o assunto Victor Frankenstein.
    Abraços.

    ResponderExcluir
  9. Oi Gustavo. Claro que conheço o personagem, mas acho que nunca tinha visto um post tão rico em informações sobre ele. Confesso ter ficado chocada e impressionada com o fato de ter sido escrito por uma mulher, tantos e tantos anos antes e ela sendo nova. Não sou muito fã da história em si, mas depois do seu texto, fiquei suoer curiosa e acho que a edição da Darkside é uma boa pedida, como sempre.
    Parabéns pelo post incrível. Beijos
    https://almde50tons.wordpress.com

    ResponderExcluir
  10. Acho um dos "monstros" mais queridos desse universo, mas também, um dos mais incompreendidos. Gosto muito de filmes e séries baseadas em Frankenstein.

    ResponderExcluir
  11. Olá
    Já li o livro, mas acho que não li em um bom momento e isso deixou a leitura bem arrastada para mim, por isso o livro está em minha lista para uma releitura.

    ResponderExcluir
  12. Olá!
    Sua postagem está tão completa que é impossível não se envolver e desejar ler essa edição da Darkside.
    Adorei saber mais sobre um personagem tão aclamado do gênero.
    Beijos!

    Camila de Moraes

    ResponderExcluir
  13. Esse título é um clássico, já.vi em filmes a história mas quero adquirir o livro!

    ResponderExcluir
  14. Amei o post bem detalhado lembrei me do filme ainda n tive a possibilidade de ler o livro

    ResponderExcluir
  15. Oi! Mesmo conhecendo a obra faz tempo eu AMEI seu post pela quantidade de informações relevantes nele! Esse clássico merece ser enaltecido por todos e seu post colabora com isso

    ResponderExcluir
  16. Desde pequena que conheço o Frankenstein seja em filmes ou desenhos, Frankenstein´é um personagem incrível, esse livro é fantástico, muito bom o seu post com informações da história, abeaços.

    ResponderExcluir
  17. ooi, achei seu texto mto completo, gostei muito, parabéns

    ResponderExcluir
  18. Olá, Parabéns pela postagem, ficou bem escrita e completinha, muitas informações sobre a trama. Gostei mesmo!
    Abraço!

    ResponderExcluir
  19. Que publicação maravilhosa, há vários detalhes que eu desconhecia, adorei saber mais sobre a história desse clássico. Frankenstein tem uma trama instigante, confesso que sinto muita pena da criatura e de toda a tragédia que se desenrola depois.

    ResponderExcluir
  20. Eu acho essa obra muito significante porque para a época foi um verdadeiro marco e que ajudou na fomentação da literatura, mais diretamente do terror. Essa edição da Darkside é lindissima demais, meu sonho de consumo, Gu!

    ResponderExcluir
  21. Nossa, que maravilha de post! Conheço a história através do filme, e saber todos os detalhes que eu desconhecia me deixou bem interessada por essa obra clássica! Quem é que não a quer em sua estante?
    Abraço!

    ResponderExcluir
  22. Confesso que nunca li a obra, não por falta de vontade, mas oportunidade. Acompanhando toda essa descrição detalhada só vejo que tenho perdido uma história que nos faz refletir, que além de entreter provoca pensamentos em nós quanto a sociedade. Estou ainda mais curioso e vou correr atrás de um exemplar!
    Abraços! 😊

    ResponderExcluir
  23. Oi, Gustavo.
    Li esse livro quando ainda estava na escola e não tenho ideia de onde foi parar meu exemplar.
    Essa nova edição da Darkside está pedindo para entrar para a minha coleção.
    Gosto muito da história, que nos traz muito sobre o que pensar!!
    Beijos
    Camis - blog Leitora Compulsiva

    ResponderExcluir
  24. Olá!
    Uma coisa que adoro nas suas resenhas é a riqueza de informações que você traz, eu amo quando posso entender o conceito por trás do livro e tenho que admitir que mesmo sendo um personagem famoso eu aprendi algumas coisas com seu post. Adorei.

    Beijão!
    Lumusiando

    ResponderExcluir
  25. Eu tenho essa edição da Darkside, preciso lê-lo logo. Amei saber um pouco mais sobre a história e os personagens, acho fantástico isso de ela ter escrito esse livro voltado para o terror numa época não tão favorável para as escritoras.

    ResponderExcluir
  26. Olá, gostei da dica, parece ser um livro bem legal. Gosto desse estilo de leitura, não conhecia a escritura, achei interessante uma mulher naquela época escrever um livro assim, gostei do post.

    ResponderExcluir
  27. Já assisti vários filmes, mas nunca li nenhum livro e a sua resenha está muito completa e rica em detalhes que eu desconhecia.

    ResponderExcluir
  28. Ola!
    Ja Assisti vários e vários filmes, e sinceramente amo! acho muito top, mas ainda não conhecia o livro, agora pertento ler.

    ResponderExcluir
  29. Mesmo sendo um livro bem antigo, Frankenstein é um clássico que eu ainda quero ler um dia! A edição que a DarkSide Books lançou está lindíssima, já a vi em livrarias. Agora, lendo sua resenha (muito completa, por sinal) percebi que não assisti nem ao filme ainda...

    ResponderExcluir
  30. Adorei! Post super explicativo, com muitos fatos que eu desconhecia haha parabéns!

    ResponderExcluir
  31. A gente cresce ouvindo falar dele né? Gostei do post super completo com as referências clássicas. Mesmo sendo um livro antigo desperta curiosidade na leitura.

    ResponderExcluir
  32. A história de Frankenstein é muito controversa, diz que de fato existiu em um castelo e as pessoas tinham medo dele. Eu descobri muito, mais coisas que eu não sabia sobre Frankenstein em seu post, eu adorava saber.

    ResponderExcluir
  33. Ficou maravilhosa essa publicação, muito bem explicado e dá uma vontade imensa de ler essa obra. Tudo que sei sobre o frankstein eu gostei bastante até hoje, mas tenho a sensação de que essa será a minha favorita

    ResponderExcluir
  34. Incrivelmente completo teu post sobre esse clássico da literatura mundial. Confesso que eu ainda não o ii, é tb não me apetece muito fazer essa leitura. Ficção científica e fantasia não são os meus gêneros favoritos. Apesar disso, achei o máximo a tua resenha, recheada de informações e curiosidades.
    Parabéns!

    ResponderExcluir
  35. Oi Gustavo,
    Parabéns pela sua EXCELENTE resenha. Confesso que ainda não li a obra de Mary Shelley. Incrível saber que ela escreveu esse clássico com apenas 19 anos! Frankenstein, assim como Drácula, são dois livros que preciso muito ler. Quem sabe não consigo ler no novo ano que se aproxima. Um grande abraço!
    André | Garotos Perdidos

    ResponderExcluir
  36. Que post completinho e caprichado. Você deve ter passado muito tempo pesquisando e eu super valorizo isso. Adorei.
    Beijos

    ResponderExcluir
  37. Olá,
    Um grande clássico da literatura mundial, quem já alguma vez não ouviu falar de Frankenstein. Adorei a sua análise da obra e foi ótimo conhecer algumas coisas que não sabia

    ResponderExcluir